Como a nossa larga equipe de redatores é exclusivamente composta por homens, vocês já devem ter deduzido que a Copa do Mundo tomou conta do lado esquerdo do cérebro de todo o time. Sendo assim, nosso sistema límbico travou e só conseguimos pensar lógicamente a respeito de gols, faltas, penaltis, impedimentos e etc…
Porém, com o término da competição, começamos a encontrar espaços livres em nossos pensamentos. Após assitir os programas que fazem as avaliações sobre a Copa que terminou, nos reunimos para consumir algumas substâncias que abrem a mente humana. Utilizamos um combinação de CH3CH2OH + tremosso e/ou azeitonas e/ou porção de calabresa e/ou provolone a milanesa, onde normalmente usamos o CH3CH2OH na forma de cerveja.
Durante estas discussões chegamos ao assunto Monogamia. Começamos a discussão cujo objetivo era descobrir se o homem é ou não é monogâmico: A Conclusão: É. .temporariamente, mas é….
Explicamos: Existem um perído, conhecido como começo de namoro onde o homem é monogâmico. Este período, em média, tem a duração de um ano. Quando dizemos um ano, devemos esclarecer que esse ano pode durar 3 meses, 6 meses ou 9 meses, porém, como faz parte do primeiro ano, assumimos essa medida como verdadeira.
É claro que em nossos métodos de avaliação, encontramos algumas experiências empíricas de seres humanos que tentaram extrapolar este período de um ano. O resultado não foi nada satisfatório, já que quase todos se fuderam.
Outro objeto de estudo desta tese foi o mecanismo que controla a monogâmia. Através de avançados mecanismos de investigação e diagnóstico por imagem, descobrimos um dispositivo no corpo do homem, semelhante a um reservatório de água para radiador de carros. Através de ampliações, notamos marcações como a deste mesmo reservatório. São elas: MIN e MAX. Empiricamente, foi constatado que abaixo do MIN e entre o MIN e MAX o homem continua monogâmico. Porém ao passar do MAX, o homem perde o filtro e todo o controle de fidelidade que era organizado quase que no piloto automático pelo cérebro, entrando esse no controle manual, onde quem manda não necessáriamente é a mão, tampouco o cérebro (nem preciso explicar, né). O líquido presente passa a vazar, a peça incha e existe uma ligação natural com o saco. Sendo assim, o SACO ENCHE…. Aí, ….
O curioso deste processo é que a responsável por encher o reservatório e passar da medida é a própria mulher. Reclama da cerveja, reclama que você não faz a barba, reclama que você não vai na casa da mãe dela, reclama que você cochila à tarde, reclama de tudo. Passa a não querer dar pra você com alguns meses de namoro, passa a ter dor de cabeças constantes, que não curam nem com morfina. Creio que essas dores de cabeça foram as que obrigaram os médicos formularem o coquetel que matou o Michael Jackson.
Estamos aguardando mais informações sobre o estudo….
Nota da Redação: Desconfiamos que a mulher possua o mesmo mecanismo e acabe agindo da mesma forma. Só não descobrimos ainda os fatores que enchem o reservatório dela e se o período de um ano é condizente.
